29 junho 2009

Asas Incandescentes

A brisa suave traz aos ouvidos
o nome impronunciável...
o som da voz vem com a neblina
em eterna sinfonia
o cheiro envolve todo o ar
inebriando os sentidos
pulando uma batida o mundo para,
num breve instante,
quando olhos encontram olhos
o redemoinho que se forma no centro
em tempestade
desestabiliza e atordoa;
sentindo o sabor ainda não provado
que crê um dia será roubado...e devorado
e deliciado
assim sagrado
assim profano

e a noite é pouca;
o espaço limitado;
a vontade intensa...
a loucura no limiar...

2 comentários:

Neo disse...

Oi oi...

Através do Twitter cheguei aqui no seu mundo de poemas. Muito legal. Gostei bastante e voltarei mais vezes.

Grande beijo.

Neo

dyanna disse...

Nice poems..